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1  Economy / Currency exchange / [WTB] I wanna buy BTC using paypal on: November 21, 2013, 08:09:22 AM
Thats it. If you have coins and can send first Im willing to pay via PP, call me.

This is a convenient way to buy for me, Id like to make this a fixed thread all will bump it every now and then.
If you are willing to take the risk have a try and Im sure you will be satisfied with our deal here.

Thank you.
2  Local / 한국어 (Korean) / [exchange money] BTC for Korean wons on: July 16, 2013, 06:51:36 AM
I need to contact the Chinese embassy in Seoul and ask a few questions. If they can solve my problem Im willing to visit the country this week.

Anyone up to it send me one PM. Ill explain better and I can pay some beers if I ever reach the country.

Thank you in advance!

edit:

http://kr.china-embassy.org/chn/



One more try. I need local cash, willing to exchange 3-4 Bitcoins.
3  Economy / Auctions / [auction] 6 x Avalon 25+ modules - ready to ship on: July 14, 2013, 07:56:37 AM
It's a really hot summer here and I'm willing to let this part and wait for batch3, as the temperature cools down next month I also get rid of the noise.
I have less than one day to decide for a refund so I will make this a quick auction.

All six modules are from  Batch #2 Avalon ASIC miners.

  • Hashing speed is beyond 25.000 mhash
  • Escrow is fine but you pay the fees
  • Important: Only bid if you registered in this forum before may
  • Only bid if you wanna get the equipment
  • Bids extend the auction by 30 minutes
  • Winners pay within 24 hours too.
  • Shipment is included price, unit leaves Beijing immediately after payment, DHL or EMS, you choose.
Auction starts at 30BTC
Increments of 1 BTC

"I reserve the right to sell to a private bidder, though I encourage all participants to post their bids publicly."

Timer removed. End time: 2013-07-14+23:59:00UTC
4  Other / Meta / Forum time on: July 14, 2013, 07:34:53 AM
I see a lot of auctions regarding the FORUM time. Where can I see it?
5  Economy / Computer hardware / [WTS] 6 x Avalon modules 25+ Ghash on: July 12, 2013, 09:32:54 AM
All from Batch2 machines.

Unity price is 45 BTC worldwide shipping included, DHL or EMS, you choose.

Each module goes with 4g of MX-4 Artic Cooling.


Pictures, I will post later.
Escrow is fine.
6  Economy / Reputation / rudrigorc2 rep thread on: June 16, 2013, 12:25:27 PM
Hello people from the bitcoin land,

here is one open space to anyone who has something to say about me, my conduct in this forum and/or my business practices.
Today I'm also making public my GPG key, so from now on, Ill be signing any messages containing sensible data, addresses and such.

I'm sending out invitations via PM to everyone I had transactions with.

Thank you.

<----

If you have 5 minutes you can also rate me at bitcoin-otc and here at the forum's new trust tool.
7  Local / Português (Portuguese) / [Deu na Imprensa] A gota que faltava on: June 15, 2013, 07:56:42 AM
Quote from: Alexandre Versignassi

A gota que faltava


12 de junho de 2013

Para entender melhor o que está acontecendo na rua, imagine que você é o presidente de um um país fictício. Aí você acorda um dia e resolve construir um estádio. Uma “arena”.

O dinheiro que o seu país fictício tem na mão não dá conta da obra. Mas tudo bem. Você é o rei aqui. É só mandar imprimir uns 600 milhões de dinheiros que a arena sai.

Esses dinheiros vão para bancar os blocos de concreto e o salário dos pedreiros. Eles recebem o dinheiro novo e começam a construção. Mas também começam a gastar a grana que estão recebendo. E isso é bom: se os caras vão comprar vinho, a demanda pela bebida aumenta e os vinicultores do seu país ganham uma motivação para produzir mais bebida. Com eles plantando mais e fazendo mais vinho o PIB da sua nação fictícia cresce. Imprimir dinheiro para construir estádio às vezes pode ser uma boa mesmo.

Mas e se houver mais dinheiro no mercado do que a capacidade de os vinicultores produzirem mais vinho? Eles vão leiloar as garrafas. Não num leilão propriamente dito, mas aumentando o preço. O valor de uma garrafa de vinho não é o que ela custou para ser produzida, mas o máximo que as pessoas estão dispostas a pagar por ela. E se muita gente estiver com muito dinheiro na mão, essa disposição para gastar mais vai existir.

Agora que o preço do vinho aumentou e os vinicultores estão ganhando o dobro, o que acontece? Vamos dizer que um desses vinicultores resolve aproveitar o momento bom nos negócios e vai construir uma casa nova, lindona. E sai para comprar o material de construção.

Só tem uma coisa. Não foi só o vinicultor que ganhou mais dinheiro no seu país fictício. Foi todo mundo envolvido na construção do estádio e todo mundo que vendeu coisas para eles. Tem bastante gente na jogada com os bolsos mais cheios. E algumas dessas pessoas podem ter a idéia de ampliar as casas delas também. Natural.

Então as empresas de material de construção vão receber mais pedidos do que podem dar conta. Com vários clientes novos e sem ter como aumentar a produção do dia para a noite, o cara do material de construção vai fazer o que? Vai botar o preço lá em cima, porque não é besta.

Mas espera um pouco. Você não tinha mandado imprimir 600 milhões de dinheiros para fazer um estádio? Mas e agora, que ainda não fizeram nem metade das arquibancadas e o material de construção já ficou mais caro? Lembre-se que o concreto subiu justamente por causa do dinheiro novo que você mandou fazer.

Mas, caramba, você tem que terminar a arena. A Copa das Confederações Fictícias está logo ali… Então você dá a ordem: “Manda imprimir mais 1 bilhão e termina logo essa joça”. Nisso, os fabricantes de material e os funcionários deles saem para comprar vinho… E a remarcação de preços começa de novo. Para quem vende o material de construção, tudo continua basicamente na mesma. O vinho ficou mais caro, mas eles estão recebendo mais dinheiro direto da sua mão.

Mas para outros habitantes do seu país fictício a situação complicou. É o caso dos operários que estão levantado o estádio. O salário deles continua na mesma, mas agora eles têm de trabalhar mais horas para comprar a mesma quantidade de vinho.

O que você fez, na prática, foi roubar os peões. Ao imprimir mais moeda, você diminuiu o poder de compra dos caras. Inflação é um jeito de o governo bater as carteiras dos governados.

Foi mais ou menos o que aconteceu no mundo real. Primeiro, deixaram as impressoras de dinheiro ligadas no máximo. Só para dar uma ideia: em junho de 2010, havia R$ 124 bilhões em cédulas girando no país. Agora, são R$ 171 bilhões. Quase 40% a mais. Essa torrente de dinheiro teve vários destinatários. Um deles foram os deputados, que aumentaram o próprio salário de R$ 16.500 para de R$ 26.700 em 2010, criando um efeito cascata que estufou os contracheques de TODOS os políticos do país, já que o salário dos deputados federais baliza os dos estaduais e dos vereadores. Parece banal. E até é. Menos irrelevante, porém, foi outro recebedor dos reais novos que não paravam de sair das impressoras: o BNDES, que irrigou nossa economia com R$ 600 bilhões nos últimos 4 anos. Parte desse dinheiro se transformou em bônus de executivo. Os executivos saíram para comprar vinho… Inflação. Em palavras mais precisas, o poder de compra da maioria começou a diminuir. Foi como se algumas notas tivessem se desmaterializado das carteiras deles.

Algumas dessas carteiras, na verdade, sempre acabam mais ou menos protegidas. Quem pode mais tem mais acesso a aplicações que seguram melhor a bronca da inflação (fundos com taxas de administração baixas, CDBs que dão 100% do CDI…, depois falamos mais sobre isso). O ponto é que o pessoal dos andares de baixo é quem perde mais.

Isso deixa claro qual é o grande mal da inflação: ela aumenta a desigualdade. Não tem jeito. E esse tipo de cenário sempre foi o mais propício para revoltas. Revoltas que começam com aquela gota a mais que faz o barril transbordar. Os centavos a mais no ônibus foram essa gota.
http://super.abril.com.br/blogs/crash/a-gota-que-faltav/
8  Other / Off-topic / I just noticed this thing being advertised on: June 04, 2013, 11:19:27 PM
Quote
I HATE TABLES I HATE TABLES I HA(╯°□°)╯︵ ┻━┻ TABLES I HATE TABLES I HATE TABLES

WTF?!


Someone did just hit their tiny finger in a tables leg corner?
9  Local / Economia & Mercado / Bitcoins->Dealxtreme - Quer gastar seus bitcoins no dealextreme? on: June 04, 2013, 01:05:07 AM
Converto Bitcoins e pago tua conta no dealextreme. Taxa menor que webmoney.

Valido para pequenas compras e produtos consagrados, com disponibilidade garantida.

Simples.
10  Economy / Service Discussion / Walletbit - Are they answering tickets these days? on: June 01, 2013, 02:33:19 AM
Im having a hard time communicating with walletbit, they answer my ticket like this:

Hi I am xxxx, I will have yyyy to check on your case.
Thanks.

Then, I receive one email from yyyy:

Hi, I am yyyy, I will check your case and get back to you soon.
Thanks.


Its been a week now and nothing.

Is this a serious company?

I cant even see a telephone number to contact them.

If anyone from walletbit is watching this is my Ticket ID: EVP-159-76895
11  Local / Português (Portuguese) / [Deu na Imprensa] Políticos temem ser 'trollados' na internet, diz especialista on: May 31, 2013, 01:06:02 AM
Quote from: por MARCELO OSAKABE

Para o professor Celso Figueiredo Neto, da Universidade Mackenzie, poder das petições e abaixos-assinados eletrônicos é o de constranger os políticos

Nos últimos anos, uma série de abaixo-assinados e petições ganharam proporções na internet, em redes sociais como o Facebook e em sites que hospedam petições, omo o avaaz. A última delas foi contra a permanência do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que reuniu
455 mil assinaturas. Embora muitos tenham uma atitude cética em relação a esses movimentos, para o professor Celso Figueiredo Neto, especialista em Comunicação pela Universidade Mackenzie, a internet e as redes sociais podem não apenas potencializar as formas de participação do cidadão comum, mas também transformar a própria maneira como ele é percebido pela classe política. Segundo ele, que trata do tema em artigo no recém lançado livro Propaganda política - Estratégias e história das mídias (Manhanelli Editorial), a grande novidade desses movimentos é prescindir de líderes carismáticos ou poderosos.

"A grande mudança que as petições via web trazem é a ausência de líderes. O modelo tradicional exige a presença de políticos de renome nas manifestações, em cima do carro de som discursando. O modelo baseado nas redes sociais prescinde de líderes tanto entre os organizadores dos eventos quanto entre os manifestantes. Repare que em todos os movimentos citados não sabemos nomear quem está por trás das manifestações", diz.

Leia a entrevista na integra: http://revistaepoca.globo.com/Brasil/noticia/2013/04/politicos-temem-ser-trollados-na-internet-diz-especialista.html
12  Local / Mercadillo / Bogota, Colombia - um livro para niños on: May 28, 2013, 04:15:46 AM
Estoy buscando a alguien de bogota dispuesto a intercambiar btc en Moneda local. Ponte en contacto conmigo para que podamos hablar más sobre esto. Muchas gracias.
13  Local / Português (Portuguese) / [Deu na Imprensa] Moeda digital ainda precisa ser lapidada para diminuir riscos on: May 28, 2013, 03:13:08 AM

Quote from: Bento da Costa Filho - Da Folhapress

Moeda digital ainda precisa ser lapidada para diminuir riscos

A grande ousadia do bitcoin é existir sem que se faça necessário o apadrinhamento de uma sólida instituição financeira. É uma inovação que é a cara da internet: aberta, sem censura e sem controle centralizado.

O fato de não ser necessária a intermediação de uma grande instituição (bancária) faz com que o custo de transacionar seja baixo, tornando viável o uso em compras de baixo valor.

Caso tenha sucesso, a nova moeda virtual deve ajudar a disseminar o comércio eletrônico de muitos serviços de baixo valor unitário, mas de grande interesse para os consumidores em geral.

Num primeiro momento, pode parecer estranho para os consumidores confiar numa nova moeda perdida no meio da rede. A sensação de insegurança pode ser grande nas primeiras utilizações.

Mas essa sensação é experimentada sempre que alguém tenta usar coisas muito diferentes do usual. Quem não sentiu um "frio na barriga" na primeira vez que acessou a sua conta bancária pela internet? E a primeira vez em que o cartão de crédito foi usado numa compra virtual?

Mesmo coisas "usuais" têm seus riscos. Usar o bom e velho papel-moeda para fazer pagamentos não está livre de surpresas desagradáveis: pode-se receber notas falsas, ser assaltado ou perder o dinheiro. O já familiar cartão de crédito também tem seus percalços: esquecimento e cancelamento de senhas, maquinetas que não funcionam, sistemas inoperantes.

A questão é que as pessoas já estão acostumadas com esses problemas e os consideram "naturalmente" como riscos calculados de utilizar meios de pagamento.

Há a necessidade de ajustar a solução tecnológica que apoia essa moeda eletrônica, ainda sujeita a vulnerabilidades de ataques de hackers.

Mas vale lembrar que não é preciso reduzir o risco a zero: se for baixo, as pessoas o aceitam. Vamos aguardar a evolução do bitcoin. O ser humano tem um sexto sentido para coisas boas e simples de serem usadas.

 
Bento da Costa Filho, 53, doutor em administração pela USP, é professor do Ibmec Brasília e da Faculdade Alfa (GO)

fonte: http://www.jornaldooeste.com.br/variedades/informatica/moeda-digital-ainda-precisa-ser-lapidada-para-diminuir-riscos-48787/
14  Local / Português (Portuguese) / [Deu na Imprensa] Brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões on: May 21, 2013, 05:06:14 AM
Brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões em jogos on-line

Quote from: ALEXANDRE ORRICO DE SÃO PAULO

Hue hue hue

Identificados pela risada típica, brasileiros ganham fama ruim praticando assaltos e arrastões em jogos on-line


"Aqui é Brasil, seu safado!", gritou o jogador identificado pelo apelido L3L3K antes de assassinar um norte-americano no "DayZ", game de tiro em primeira pessoa. "Tinha que ser brasileiro", reclamou a vítima.

No jogo, ambientado em um mundo pós-apocalíptico apinhado de zumbis, os participantes têm que cooperar para sobreviver.

Mas L3L3K faz parte de um grupo de jogadores que prefere roubar equipamentos e enganar outros gamers com o objetivo de "tocar o terror".

Há anos, o comportamento "tóxico" (termo usado pela indústria de jogos) é apontado por jogadores de games de multijogadores como tipicamente brasileiro.

"DayZ" é apenas o alvo mais recente, mas outros títulos, como "Call of Duty", "World of Warcraft", "DotA" e "Minecraft", entre vários outros, também têm legiões de arruaceiros brasucas.

No fórum do game "League of Legends", é possível ler frases como "brasileiros são o submundo dos games on-line, a personificação do que é ser troll, o mais infame e odiado tipo de jogador" e "graças a Deus, abriram servidores brasileiros, assim eles entram menos por aqui [nos servidores internacionais]".

O problema, é claro, não é exclusivo do Brasil. Mas nenhum outro país tem uma identidade negativa tão forte. Alguns brasileiros, na tentativa de fugir do estereótipo, mudam a nacionalidade de seus perfis no jogo, a fim de não serem rechaçados.

"Podemos afirmar que esse não é um problema que tem origem no game. O jogador é, no mundo on-line, reflexo de como vive no mundo real", diz Julio Vieitez, diretor geral da Level Up! (de games como "Grand Chase" e "Ragnarok") no Brasil.

GANGUE DOS HUE'

"Jogadores brasileiros em games on-line são uma gangue, e não um grupo", disse Isac Cobb, desenvolvedor independente, durante a feira de jogos PAX East 2013, em Boston, nos EUA.

Cobb chegou a cogitar o bloqueio dos brasileiros no novo jogo, mas disse que ainda não há nada decidido.

Entre as reclamações, estão a realização de assaltos, mendicância, ataque a membros do próprio time e outras atrocidades virtuais.

"Curtimos tocar o terror", admite Caio Simon, 19, jogador de "DayZ". "É só um jogo, estamos nos divertindo. Não é para levar tão à sério."

Esse tipo de jogador é, às vezes, chamado de "hue", por causa da típica representação de risada, normalmente disparada após cometer alguma barbaridade: "HUEHUEHUE".

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/109769-hue-hue-hue.shtml
15  Bitcoin / Hardware / Avalon orders - Batch#2 waiting list on: May 21, 2013, 03:34:21 AM
I heard they are out for delivery.

Did you get yours or tracking number yet? Do you mind posting when did you place your order?
If you have a big order but like to keep it low, just say you have only one unit but lets build the list.

The listing give us a general idea of what is going on and how many units still to be delivered to costumers hands.
Trade in unpaid orders are welcome to post here too. I may extend this thread to batch3 orders.  

New query: Is the delivery whithin China? You can review your posts and answer using ; china or ; nochina

Here is the waiting list for batch number two, paid orders and tradein situation below:

--

https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AluBwkoeuzdndG5GRk10Qk8wU0FDWU1DLUxCVS1CV2c
16  Local / Economia & Mercado / vendendo FPGA Icarus/Lancelot on: May 17, 2013, 06:53:37 AM
está postado também no seguinte topico: https://bitcointalk.org/index.php?topic=207512.0


Tenho como conseguir várias Icarus e algumas Lancelots

Icarus - 2.3 BTC (disponibilidade >15 peças)  380mhash/20watts

Lancelot - 3 BTC (disponibilidade 5 peças) 380mhash or more/20+watts


Aceito também transferência bancária, valor a discutir.

Acima de 5 unidades o frete é gratis, da China.

Opção de frete expresso por DHL,5 unidades +- 1 BTC até a Europa. Vou atualizar com o valor para o Brasil logo mais.

Interessados MP.


Obrigado
17  Economy / Computer hardware / [WTS] FPGA - Icarus on: May 16, 2013, 07:51:15 PM

380mhash/20watts

200USD/each - BTC or wire accepted


I still got >40 units

Icarus WIKI
Icarus thread: https://bitcointalk.org/index.php?topic=51371.0

Tested for at least 1 week and ready to ship.

Shipping info:

Real picture, click to expand:



The payment is direct to me, no escrow, no warranty. I may help you with the set up.

Thanks.

note: Only buy if you know what you are doing and need the equipment
18  Local / Português (Portuguese) / [off-topic] Inadimplencia - Assunto importante on: May 12, 2013, 08:27:17 AM
Curtam.


19  Local / Português (Portuguese) / Topico para compartilhar topicos do Bitcointalk on: May 11, 2013, 02:41:48 AM
Muita gente evita se aventurar no inglês mas vou abrir isso aqui para que outros topicos interessantes de outras areas menos visitadas do forum sejam compartilhados.

Começando, acabo de ver uma enquete-censo vamos lá brazucada Cheesy

https://bitcointalk.org/index.php?topic=201672.0
20  Other / Off-topic / Bitcoin is a marathon on: May 11, 2013, 02:34:24 AM
Once I heard that Bitcoin is a marathon, I agree and as I enjoy both reading and running, today a friend sent me this New Yorker text from Murakami on Boston Marathon. He striked again. Good ride, folks.




Quote from: POSTED BY HARUKI MURAKAMI

BOSTON, FROM ONE CITIZEN OF THE WORLD WHO CALLS HIMSELF A RUNNER

In the past thirty years, I’ve run thirty-three full marathons. I’ve run marathons all over the world, but whenever someone asks me which is my favorite, I never hesitate to answer: the Boston Marathon, which I have run six times. What’s so wonderful about the Boston Marathon? It’s simple: it’s the oldest race of its kind; the course is beautiful; and—here’s the most important point—everything about the race is natural, free. The Boston Marathon is not a top-down but a bottom-up kind of event; it was steadily, thoughtfully crafted by the citizens of Boston themselves, over a considerable period of time. Every time I run the race, the feelings of the people who created it over the years are on display for all to appreciate, and I’m enveloped in a warm glow, a sense of being back in a place I missed. It’s magical. Other marathons are amazing, too—the New York City Marathon, the Honolulu Marathon, the Athens Marathon. Boston, however (my apologies to the organizers of those other races), is unique.

What’s great about marathons in general is the lack of competitiveness. For world-class runners, they can be an occasion of fierce rivalry, sure. But for a runner like me (and I imagine this is true for the vast majority of runners), an ordinary runner whose times are nothing special, a marathon is never a competition. You enter the race to enjoy the experience of running twenty-six miles, and you do enjoy it, as you go along. Then it starts to get a little painful, then it becomes seriously painful, and in the end it’s that pain that you start to enjoy. And part of the enjoyment is in sharing this tangled process with the runners around you. Try running twenty-six miles alone and you’ll have three, four, or five hours of sheer torture. I’ve done it before, and I hope never to repeat the experience. But running the same distance alongside other runners makes it feel less grueling. It’s tough physically, of course—how could it not be?—but there’s a feeling of solidarity and unity that carries you all the way to the finish line. If a marathon is a battle, it’s one you wage against yourself.

Running the Boston Marathon, when you turn the corner at Hereford Street onto Boylston, and see, at the end of that straight, broad road, the banner at Copley Square, the excitement and relief you experience are indescribable. You have made it on your own, but at the same time it was those around you who kept you going. The unpaid volunteers who took the day off to help out, the people lining the road to cheer you on, the runners in front of you, the runners behind. Without their encouragement and support, you might not have finished the race. As you take the final sprint down Boylston, all kinds of emotions rise up in your heart. You grimace with the strain, but you smile as well.

* * *
I lived for three years on the outskirts of Boston. I was a visiting scholar at Tufts for two years, and then, after a short break, I was at Harvard for a year. During that time, I jogged along the banks of the Charles River every morning. I understand how important the Boston Marathon is to the people of Boston, what a source of pride it is to the city and its citizens. Many of my friends regularly run the race and serve as volunteers. So, even from far away, I can imagine how devastated and discouraged the people of Boston feel about the tragedy of this year’s race. Many people were physically injured at the site of the explosions, but even more must have been wounded in other ways. Something that should have been pure has been sullied, and I, too—as a citizen of the world, who calls himself a runner—have been wounded.

This combination of sadness, disappointment, anger, and despair is not easy to dissipate. I understood this when I was researching my book “Underground,” about the 1995 gas attack on the Tokyo subway, and interviewing survivors of the attack and family members of those who died. You can overcome the hurt enough to live a “normal” life. But, internally, you’re still bleeding. Some of the pain goes away over time, but the passage of time also gives rise to new types of pain. You have to sort it all out, organize it, understand it, and accept it. You have to build a new life on top of the pain.

* * *
Surely the best-known section of the Boston Marathon is Heartbreak Hill, one in a series of slopes that lasts for four miles near the end of the race. It’s on Heartbreak Hill that runners ostensibly feel the most exhausted. In the hundred-and-seventeen-year history of the race, all sorts of legends have grown up around this hill. But, when you actually run it, you realize that it’s not as harsh and unforgiving as people have made it out to be. Most runners make it up Heartbreak Hill more easily than they expected to. “Hey,” they tell themselves, “that wasn’t so bad after all.” Mentally prepare yourself for the long slope that is waiting for you near the end, save up enough energy to tackle it, and somehow you’re able to get past it.

The real pain begins only after you’ve conquered Heartbreak Hill, run downhill, and arrived at the flat part of the course, in the city streets. You’re through the worst, and you can head straight for the finish line—and suddenly your body starts to scream. Your muscles cramp, and your legs feel like lead. At least that’s what I’ve experienced every time I’ve run the Boston Marathon.

Emotional scars may be similar. In a sense, the real pain begins only after some time has passed, after you’ve overcome the initial shock and things have begun to settle. Only once you’ve climbed the steep slope and emerged onto level ground do you begin to feel how much you’ve been hurting up till then. The bombing in Boston may very well have left this kind of long-term mental anguish behind.

Why? I can’t help asking. Why did a happy, peaceful occasion like the marathon have to be trampled on in such an awful, bloody way? Although the perpetrators have been identified, the answer to that question is still unclear. But their hatred and depravity have mangled our hearts and our minds. Even if we were to get an answer, it likely wouldn’t help.

To overcome this kind of trauma takes time, time during which we need to look ahead positively. Hiding the wounds, or searching for a dramatic cure, won’t lead to any real solution. Seeking revenge won’t bring relief, either. We need to remember the wounds, never turn our gaze away from the pain, and—honestly, conscientiously, quietly—accumulate our own histories. It may take time, but time is our ally.

For me, it’s through running, running every single day, that I grieve for those whose lives were lost and for those who were injured on Boylston Street. This is the only personal message I can send them. I know it’s not much, but I hope that my voice gets through. I hope, too, that the Boston Marathon will recover from its wounds, and that those twenty-six miles will again seem beautiful, natural, free.

Translated, from the Japanese, by Philip Gabriel.

Haruki Murakami’s most recent book to appear in English is “IQ84.” His latest novel has just been published in Japan.

Illustration by Ed Nacional.

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