Por anos, o regime venezuelano teria desviado bilhões em receitas do petróleo, reservas de ouro e ativos estatais para uma reserva de Bitcoin.
Novos relatórios de inteligência, da HUMINT e Whale Hunting, sugerem que Caracas pode ter uma quantidade de BTCs que rivaliza com a da MSTR de Michael Saylor.
A partir de 2018, o regime iniciou uma liquidação agressiva do ouro proveniente do Arco Mineiro do Orinoco.
Cerca de US$ 2 bilhões em ouro teriam sido convertidos em Bitcoin a um preço médio de US$ 5.000, acumulando aproximadamente 400.000 BTC.
Aos preços atuais (~US$ 90 mil), esse único lote vale cerca de US$ 36 bilhões.
Com o colapso do experimento do “Petro”, Caracas migrou para o USDT como intermediário nas vendas de petróleo, buscando evitar sanções.
Para reduzir o risco de congelamento de endereços pela Tether, os recursos foram transferidos de volta em Bitcoin.
Estimativa aproximada:
- Trocas de ouro (2018–2020): ~US$ 45–50 bilhões
- Liquidações de petróleo (2023–2025): ~US$ 10–15 bilhões
- Apreensões em mineração (2023–2024): ~US$ 500 milhões
- Total estimado: 600.000 – 660.000+ BTC (US$ 56–67 bilhões)
Em uma reviravolta curiosa, documentos judiciais revelam que Alex Saab, o homem que construiu esse esquema de acumulação de BTC, era informante da DEA desde 2016.
Washington acompanhava a arquitetura sendo montada em tempo real.
Com Nicolás Maduro agora capturado, os Bitcoins ainda não foram recuperados.
Os próximos dias serão uma corrida para localizar as chaves privadas.
Fonte:
https://x.com/BitcoinNewsCom/status/2007894364257706384