Hoje a BYD já passou daquela fase de ser só novidade no Brasil. A marca aparece bastante nas ruas, virou comparação obrigatória quando alguém fala de elétrico ou híbrido, e ajudou a puxar outras marcas para essa briga. O mercado de eletrificados também segue crescendo
O ponto é que demanda alta quase sempre muda a conversa. No começo a marca vem com preço agressivo, desconto, condição boa e muito barulho. Depois, quando percebe que o público está comprando, o desconto começa a sumir, a fila aumenta, o seguro pesa mais, o usado valoriza e os acessórios aparecem como se fossem convidados para jantar.
A fábrica da BYD em Camaçari ajuda, claro, porque produzir no Brasil pode aliviar parte da dependência de importação. Só que a operação ainda está ganhando ritmo, e a empresa ainda trabalha para aumentar a quantidade de peças locais até 2027.
Também tem o imposto de importação, que deve chegar a 35 por cento para eletrificados em julho de 2026. Para modelos ou componentes que ainda dependem bastante de fora, isso pode bater no preço final, será que a BYD ainda está naquela fase boa para o consumidor, ou já estamos entrando na fase em que a procura alta começa a comer os descontos aos poucos?
Porque no fim, concorrência ajuda, GWM, Caoa Chery, Volvo e outras marcas estão no jogo. O que vocês acham?
Acho que a tendencia agora é estabilizar. Como foi mencionado aqui, eles tem concorrência. Antes o papel da BYD era diminuir margem e dar desconto a todo custo, ser reconhecida. Com o passar do tempo, eles ganharam parte do mercado, estão ficando grandes e vão já estabilizar. Então é normal que eles fiquem "caros", mas não é caro é só ser o que era antes, antes de serem/terem reconhecimento.
O lindo do mercado é que vai vir outro, fazer a mesma formula e em seguida estabilizar.